{"id":895,"date":"2023-08-30T17:10:38","date_gmt":"2023-08-30T20:10:38","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/?p=895"},"modified":"2023-08-30T17:10:38","modified_gmt":"2023-08-30T20:10:38","slug":"feminicidio-28-mulheres-foram-mortas-no-ce-entre-janeiro-e-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/feminicidio-28-mulheres-foram-mortas-no-ce-entre-janeiro-e-julho\/","title":{"rendered":"Feminic\u00eddio: 28 mulheres foram mortas no CE entre janeiro e julho"},"content":{"rendered":"\n<p>No m\u00eas de anivers\u00e1rio da Lei Maria da Penha, o Cear\u00e1 n\u00e3o tem motivos para comemorar. Dados divulgados pela Secretaria da Seguran\u00e7a P\u00fablica e Defesa Social (SSPDS\/CE) apontam que, somente nos sete primeiros meses deste ano, 28 mulheres foram v\u00edtimas de feminic\u00eddio no Estado. O n\u00famero \u00e9 praticamente o mesmo de todo o ano passado, quando foram registrados 29 casos. Ainda segundo a SSPDS\/CE, entre janeiro de 2018 e julho de 2023, a regi\u00e3o do Cariri responde pelo maior n\u00famero de mortes, com 28 dos 179 casos de feminic\u00eddio confirmados no per\u00edodo.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos \u00faltimos casos de feminic\u00eddio no Cear\u00e1 ocorreu no dia &nbsp;6 de agosto, na capital do Estado, Fortaleza. Francisca Laura Souza da Silva foi morta dentro de casa durante a madrugada. O principal suspeito do crime \u00e9 o seu marido, policial militar. Na regi\u00e3o do Cariri, Maria Tereza Xavier Maia, de 35 anos, m\u00e3e de tr\u00eas filhos, foi morta a facadas dentro de casa pelo ex-marido, em Miss\u00e3o Velha. O crime aconteceu em 25 de abril deste ano. O suspeito, preso em flagrante, confessou o crime \u00e0 pol\u00edcia, mas alegou que agiu em leg\u00edtima defesa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O feminic\u00eddio com maior repercuss\u00e3o no Estado foi o da presidente da C\u00e2mara de Vereadores de Juazeiro do Norte, Yanny Brena, que foi assassinada pelo ex-namorado, no dia 3 de mar\u00e7o, na sua resid\u00eancia. De acordo com relat\u00f3rio do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, em 73,7% dos crimes cometidos contra mulheres, o autor do crime \u00e9 conhecido da v\u00edtima. Os dados tamb\u00e9m constatam que a resid\u00eancia \u00e9 o local de maior vulnerabilidade das mulheres \u00e0 viol\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O crescimento do n\u00famero de casos de assassinatos de mulheres tem preocupado especialistas, que acreditam que os \u00edndices s\u00e3o ainda maiores que aqueles divulgados oficialmente. Segundo a Rede de Observat\u00f3rios da Seguran\u00e7a, os \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a podem n\u00e3o reconhecer os crimes de homic\u00eddios contra a mulher corretamente, por se tratar de uma tipifica\u00e7\u00e3o sujeita a interpreta\u00e7\u00e3o. \u201cV\u00edtimas dos diferentes tipos de feminic\u00eddios s\u00e3o negligenciadas e muitas vezes os crimes n\u00e3o recebem a tipifica\u00e7\u00e3o correta. O que cria a sensa\u00e7\u00e3o de que se trata de um problema menor do que realmente \u00e9\u201d, destaca o relat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lei do Feminic\u00eddio (Lei 13.104\/2015), que entrou em vigor na Legisla\u00e7\u00e3o Penal brasileira em 2015, prev\u00ea tr\u00eas hip\u00f3teses para tipifica\u00e7\u00e3o deste crime de homic\u00eddio: quando \u00e9 decorrente de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar em raz\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de sexo feminino, raz\u00e3o de menosprezo \u00e0 condi\u00e7\u00e3o feminina, e em raz\u00e3o de discrimina\u00e7\u00e3o \u00e0 condi\u00e7\u00e3o feminina. \u201cNem todo o homic\u00eddio de uma mulher \u00e9 necessariamente um feminic\u00eddio, \u00e9 necess\u00e1rio analisar os elementos que identificam que o homic\u00eddio realmente \u00e9 um feminic\u00eddio\u201d, explica a pesquisadora \u00c9ster Coelho, em artigo publicado na revista da Escola Superior da Magistratura do Estado de Santa Catarina.<\/p>\n\n\n\n<p>Em agosto, a Lei Maria da Penha completou 17 anos de combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher, sendo assim, o principal instrumento jur\u00eddico do Brasil para ajudar as mulheres em situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia. A lei de n\u00famero 11.340\/06, atua de forma protetiva e define como crime a viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar contra a mulher, penalizando \u201cqualquer a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o baseada no g\u00eanero que lhe cause morte, les\u00e3o, sofrimento f\u00edsico, sexual ou psicol\u00f3gico e dano moral ou patrimonial\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Saiba como denunciar casos de viol\u00eancia contra a mulher no Cariri<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-2-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-897\" srcset=\"https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-2-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-2-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-2-600x400.jpg 600w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-2-945x630.jpg 945w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-2.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Cr\u00e9dito: Hon\u00f3rio Barbosa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma ferramenta desenvolvida e gerenciada pela Pol\u00edcia Civil do Cear\u00e1, lan\u00e7ada este m\u00eas, permite que as mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia familiar e dom\u00e9stica que vivem na regi\u00e3o do Cariri possam solicitar medidas protetivas de urg\u00eancia online. O servi\u00e7o garante \u00e0s mulheres acesso r\u00e1pido aos pedidos de medidas protetivas contra o agressor sem a necessidade de comparecer presencialmente a uma delegacia. Para denunciar, as v\u00edtimas podem acessar o site no seguinte endere\u00e7o: <a href=\"https:\/\/mulher.policiacivil.ce.gov.br\/solicitante\">mulher.policiacivil.ce.gov.br<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do novo canal de atendimento \u00e0s v\u00edtimas, as mulheres do Cariri tamb\u00e9m podem denunciar viol\u00eancia dom\u00e9stica e descumprimento de medidas protetivas \u00e0 Patrulha Maria da Penha, de Juazeiro do Norte, pelo telefone (88) 93300-1414. No Crato, a Delegacia da Mulher atende pelo telefone (88) 3102-1250 ou presencialmente das 8h \u00e0s 18h. Outros canais poss\u00edveis de atendimento s\u00e3o a Defensoria P\u00fablica atrav\u00e9s do telefone (88) 3587-1642, no hor\u00e1rio das 8h \u00e0s 14h e o Centro de Refer\u00eancia da Mulher em Crato pelo n\u00famero (88) 99780-4166 ou presencialmente, das 8h \u00e0s 17h.<\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga Maced\u00f4nia F\u00e9lix, da Casa da Mulher Cearense do Cariri, refor\u00e7a que, para prevenir a\u00e7\u00f5es e lidar com amea\u00e7as, as mulheres devem recorrer \u00e0 pol\u00edcia, registrar um boletim de ocorr\u00eancia, encerrar o relacionamento, encontrar um lugar seguro e uma rede de apoio. \u00c9 importante estar pr\u00f3xima das pessoas que fazem parte dessa rede, simultaneamente ao procedimento jur\u00eddico necess\u00e1rio. O ideal \u00e9 que as mulheres n\u00e3o permitam que a rela\u00e7\u00e3o chegue a esse ponto de amea\u00e7a. Quando se trata de amea\u00e7as, ela chama a aten\u00e7\u00e3o das mulheres que est\u00e3o passando por essa situa\u00e7\u00e3o. &#8220;Nas primeiras manifesta\u00e7\u00f5es de ci\u00fame, palavras ou comportamento controlador na rela\u00e7\u00e3o, a mulher deve terminar esse relacionamento&#8221;, recomenda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga ressalta que, quanto mais tempo a mulher permanece em um relacionamento abusivo, mais dif\u00edcil \u00e9 retomar sua vida normal antes das viol\u00eancias sofridas, \u201cpois essas rela\u00e7\u00f5es adoecem, afetando emocionalmente nossa capacidade de trabalhar, planejar e viver&#8221;. Ela considera que o crime da viol\u00eancia, seja ela f\u00edsica, moral, sexual, patrimonial ou psicol\u00f3gica, deixa mais do que marcas f\u00edsicas, atingindo a pr\u00f3pria dignidade da mulher, como ser humano e cidad\u00e3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em todo o pa\u00eds, o Disque 180 funciona como uma central de atendimento \u00e0 mulher. O 180 \u201cLei Maria da Penha&#8221; presta atendimento imediato, escuta e acolhida qualificada \u00e0s mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia. O servi\u00e7o registra e encaminha den\u00fancias de viol\u00eancia contra a mulher aos \u00f3rg\u00e3o competentes, bem como reclama\u00e7\u00f5es, sugest\u00f5es ou elogios sobre o funcionamento dos servi\u00e7os de atendimento. Em casos de urg\u00eancia, as mulheres tamb\u00e9m podem recorrer ao 190, que \u00e9 o n\u00famero da Pol\u00edcia Militar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Casa da Mulher Cearense: experi\u00eancia do Cariri \u00e9 refer\u00eancia\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-3-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-898\" srcset=\"https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-3-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-3-300x200.jpg 300w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-3-768x512.jpg 768w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-3-600x400.jpg 600w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-3-945x630.jpg 945w, https:\/\/sites.ufca.edu.br\/agenciacariri\/wp-content\/uploads\/sites\/170\/2023\/08\/Site-1200-\u00d7-800-px-3.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Cr\u00e9dito: Isabella Oliveira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Inaugurada h\u00e1 pouco mais de um ano, a Casa da Mulher Cearense do Cariri, localizada em Juazeiro do Norte, foi reconhecida pelo governo federal como uma refer\u00eancia em rede de prote\u00e7\u00e3o e atendimento humanizado \u00e0s mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia. Em visita \u00e0 institui\u00e7\u00e3o, no \u00faltimo dia 22, a ministra da Secretaria Especial da Mulher, Cida Gon\u00e7alves, anunciou que ir\u00e1 implementar modelos semelhantes em todos os estados brasileiros. A unidade do Cariri presta servi\u00e7os a mulheres dos 29 munic\u00edpios da regi\u00e3o e j\u00e1 realizou mais de 15 mil atendimentos desde que come\u00e7ou a funcionar em mar\u00e7o do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>A Casa da Mulher Cearense no Cariri \u00e9 um espa\u00e7o com Delegacia de Defesa da Mulher, Tribunal de Justi\u00e7a, atendimento psicossocial, Minist\u00e9rio P\u00fablico, Defensoria P\u00fablica, que oferece atendimento especializado e integrado para lidar com diversas situa\u00e7\u00f5es e ajudar as mulheres a romper o ciclo de viol\u00eancia. Al\u00e9m dos \u00f3rg\u00e3os de atendimento, a unidade oferece cursos de forma\u00e7\u00e3o profissional de apoio \u00e0 autonomia econ\u00f4mica, alternativas de abrigo tempor\u00e1rio e \u00e1rea infantil para crian\u00e7as que acompanham as m\u00e3es. Segundo o titular do Juizado da Mulher de Juazeiro do Norte, Juiz Jos\u00e9 Acelino J\u00e1come, \u201co equipamento com os \u00f3rg\u00e3os centralizados na Casa da Mulher \u00e9 fundamental e&nbsp; de grande import\u00e2ncia porque visa diminuir os passos da mulher em busca de prote\u00e7\u00e3o e justi\u00e7a\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia Cariri, a psic\u00f3loga da Casa da mulher Cearense do Cariri, Maced\u00f4nia F\u00e9lix afirma que, \u201cquando n\u00e3o existia a Casa da Mulher, as v\u00edtimas ficavam escondidas nas casas do movimento feminista da regi\u00e3o. Era um grande risco para as mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia e para as que davam abrigo. A casa integra os servi\u00e7os da rede, garantindo o atendimento psicol\u00f3gico, jur\u00eddico e policial necess\u00e1rio para que a mulher tenha seguran\u00e7a para sair da viol\u00eancia\u201d, declara a psic\u00f3loga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Casa da Mulher Cearense de Juazeiro do Norte foi nomeada em homenagem \u00e0 cearense Arlete de Souza Negr\u00e3o, que foi v\u00edtima de feminic\u00eddio aos 64 anos. Arlete deixou seis filhos, que vivem hoje na regi\u00e3o do Cariri. O crime aconteceu em fevereiro de 2012, no Recife, quando a idosa tentou proteger a irm\u00e3 de um vizinho. Herbert Lucas Abreu Mendes invadiu o apartamento de Arlete e a agrediu com socos e chutes, levando-a \u00e0 morte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Kl\u00e9bia Souza e Isabella Oliveira \/ Ag\u00eancia Cariri<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas de anivers\u00e1rio da Lei Maria da Penha, o Cear\u00e1 n\u00e3o tem motivos para comemorar. 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